O minuto
- Incêndios florestais na Europa liberaram cerca de 27 milhões de toneladas métricas de CO2 (MtCO2) até agora em 2026.
- A França responde por uma parcela recorde dessas emissões, atingindo o maior volume nacional já registrado para queimadas.
- Os números colocam em xeque o papel das florestas europeias como sumidouros de carbono.
Por que importa: As florestas da Europa historicamente funcionam como sumidouros líquidos de carbono, absorvendo mais CO2 do que emitem. Uma temporada de incêndios capaz de liberar 27 MtCO2 indica que essa capacidade está sob pressão crescente, dificultando as metas de descarbonização do bloco e a contabilidade climática dos países membros.
O recorde francês evidencia como países do sul e do oeste europeu enfrentam risco crescente de incêndios ligados às mudanças climáticas. Com a expansão das áreas queimadas, governos podem precisar revisar o manejo florestal, a capacidade de combate a incêndios e a forma como as perdas de carbono florestal entram nos inventários nacionais de emissões.
Matéria completa via CarbonCredits.com
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