O minuto
- A probabilidade de um Super El Niño subiu para mais de 90%, segundo a NOAA.
- Índia, África e Américas já enfrentam secas e perdas agrícolas antes mesmo da intensificação extrema do fenômeno.
- A pressão sobre a oferta de alimentos nessas regiões se agrava com os impactos climáticos em curso.
Por que importa: Um Super El Niño intensifica eventos climáticos extremos em vários continentes ao mesmo tempo, agravando a insegurança alimentar em regiões já vulneráveis. O fato de secas e quebras de safra já estarem em andamento antes do pico do fenômeno indica que os impactos mais severos ainda estão por vir, elevando o risco de efeitos em cadeia sobre preços de commodities e condições humanitárias.
Eventos de El Niño dessa magnitude historicamente coincidem com recordes de temperatura global e perturbações severas nos calendários agrícolas. Com a pressão sobre sistemas alimentares já se acumulando em três grandes regiões, governos e operadores de cadeias de suprimento têm uma janela cada vez menor para preparar medidas de adaptação e resposta. Detalhes completos via ClimaInfo.
O calor extremo também pesa nas emissões: os incêndios na Europa liberaram 27 Mt de CO2 em 2026.
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