O minuto
- A Microsoft comprou apenas 8,55 milhões de toneladas de remoção de carbono até meados de julho de 2026, queda de 80% frente ao mesmo período de 2025
- A emissão total da empresa subiu 25% no ano fiscal de 2025, para cerca de 20 milhões de toneladas de CO2e, puxada principalmente pela expansão de data centers para IA
- A Microsoft ainda fechou um contrato em maio de 2026 com a BioCirc para 650 mil toneladas, chamando o recuo de “abordagem mais seletiva”, não uma mudança de ambição
Por que importa: A distância entre emissão subindo e compra de remoção caindo é exatamente a conta que decide se a meta de carbono negativo da Microsoft para 2030 ainda é alcançável, e agora as duas linhas estão andando em direções opostas.
No ano fiscal de 2025 a Microsoft tinha fechado um recorde de 45 milhões de toneladas em contratos de remoção, nove vezes o volume do ano fiscal de 2023, então a desaceleração deste ano é uma reversão brusca, não uma tendência gradual. via Carbon Credits
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