O minuto
- O CBAM está na fase definitiva desde 1º de janeiro de 2026, cobrindo aço, alumínio, cimento, fertilizantes, hidrogênio e eletricidade
- A obrigação de comprar certificados CBAM começa em fevereiro de 2027, cobrindo as importações de 2026; importadores de menos de 50 toneladas por ano ficam isentos
- Preço de carbono já pago no país de origem (como o SBCE brasileiro) pode ser abatido do valor do CBAM
Por que importa: Pra quem exporta aço, alumínio ou fertilizante pra Europa, o CBAM já é custo real, e participar do SBCE brasileiro deixou de ser só compliance doméstico, virou desconto direto na conta europeia.
O que é o CBAM e por que existe
O Carbon Border Adjustment Mechanism cobra pelo carbono embutido em produtos importados pela União Europeia, pra evitar que empresas europeias percam competitividade pra concorrentes de países sem preço de carbono, e pra incentivar descarbonização fora do bloco.
Setores e prazos cobertos
Aço, alumínio, cimento, fertilizantes, hidrogênio e eletricidade estão na fase definitiva desde janeiro de 2026. A obrigação de comprar certificados só começa em fevereiro de 2027, cobrindo retroativamente as importações de 2026.
Como o SBCE conecta com o CBAM
Preço de carbono já pago no país de origem pode ser deduzido do valor devido no CBAM. Isso torna o SBCE brasileiro diretamente relevante pra quem exporta aço, alumínio ou fertilizante pra Europa.
Quem fica de fora
Importadores de menos de 50 toneladas por ano dos produtos cobertos ficam isentos da obrigação.
Perguntas frequentes
O CBAM afeta empresa que só vende no Brasil?
Não diretamente, só afeta quem exporta os produtos cobertos pra União Europeia.
O que é “carbono embutido”?
É a quantidade de CO2 emitida pra produzir o produto, calculada por metodologia própria do CBAM.
Pagar o SBCE reduz o que devo no CBAM?
Sim, o preço de carbono já pago no Brasil pode ser abatido do valor cobrado na importação europeia.
Leia também: o que é o CBAM, em uma definição rápida.
Leia também: o que é o SBCE.