O minuto
- O decreto que regulamenta o combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil não trouxe nenhuma desoneração tributária sobre o consumo do biocombustível.
- O setor aéreo esperava que o decreto incluísse incentivos fiscais antes do início das metas obrigatórias de mistura de SAF.
- As companhias aéreas reclamam que terão de arcar sozinhas com o custo mais alto do SAF, sem contrapartida do governo.
Por que importa: O SAF é consideravelmente mais caro que o querosene convencional, e sem desoneração fiscal o custo adicional recai diretamente sobre as operadoras aéreas. A ausência de incentivos pode desacelerar a adoção do combustível sustentável e pressionar as margens do setor num momento em que as metas de descarbonização da aviação se tornam obrigatórias.
A frustração das aéreas ocorre num momento em que a aviação global busca soluções viáveis para reduzir emissões, e o SAF é considerado a principal alternativa no curto prazo. O argumento do setor é que o ônus da transição energética não deveria recair exclusivamente sobre as companhias aéreas se o objetivo do governo é acelerar a descarbonização. Leia mais via Reset.
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