O minuto
- A Updapt lançou um módulo de Gestão de Risco Climático para identificar e priorizar risco climático entre ativos e localidades da empresa
- A ferramenta cobre tanto risco físico (dano climático direto) quanto risco de transição (custo de se adaptar a regulação mais rígida)
- Ela conecta a avaliação de risco direto ao fluxo de relato ESG, apoiando padrões como TCFD, BRSR e CSRD
Por que importa: Regras de divulgação de risco climático cada vez mais pedem que empresas classifiquem quais ativos têm maior exposição, não só declarem que risco climático existe em geral, e a maioria das empresas ainda faz essa classificação manualmente ou nem faz, exatamente a lacuna que esse tipo de ferramenta tenta fechar.
Ferramentas que conectam a nota de risco direto ao fluxo de relato estão ficando mais comuns, conforme padrões como o TCFD, hoje incorporado às normas do ISSB, empurram empresas a sustentar a divulgação com análise por ativo, não só texto genérico. via ESG Today
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