O minuto
- O lucro básico atribuível da BHP subiu 30% no ano fiscal de 2026, para US$ 13,2 bilhões, com o cobre representando mais da metade do resultado operacional pela primeira vez
- A emissão operacional de escopo 1 e 2 subiu 1%, para 9,4 milhões de toneladas de CO2e, mesmo estando 33% abaixo da referência do ano fiscal de 2020 da empresa
- A BHP agora estima precisar de 3 a 5 milhões de toneladas de crédito de carbono para compensar a emissão residual que não consegue eliminar até a meta de net zero de 2050
Por que importa: Um salto de lucro de 30% ao lado de uma emissão que sobe 1% é exatamente o padrão que reguladores e investidores são treinados a questionar: crescimento que passa na frente da descarbonização, com crédito de carbono fazendo o trabalho que a mudança operacional ainda não alcançou.
A BHP diz que sistemas de mineração elétricos a bateria só terão implantação ampla depois de 2030, e a empresa espera precisar de pelo menos US$ 4 bilhões em gasto incremental nessa década só para manter o plano de descarbonização no rumo. via Carbon Credits